Conto, logo, vivo.

08/06, 2009 19:30 por Fellipe

Nunca me associei a uma pessoa com tiques: não conto as escovadas de dentes; não jogo sabonetes fora depois de usá-los; não atravesso a rua só pisando nas faixas brancas; não tenho mania de organização alguma.

Contudo, para minha surpresa, a própria auto-exclusão de regras tornou-se uma… e, talvez, sua força seja equivalente a todas as outras somadas. Daí que, paradoxalmente, torno contáveis conceitos naturalemente infinitos. É isso que o homem faz.

Antes, contar os dias pra saber quando faz sentido plantar (e o quanto plantar pra dar conta das bocas) era uma questão de sobrevivência básica. Tentar enquadrar uma situação num espaço colorido é o instinto deste mesmo homem falando nos dias de hoje.

Segue anexo um pouco de mim.

Alfred, le cracheur de feu

lesme

benedito #3

Pq. Villa Lobos

Colorful All-Star Converse

Máquina Mortífera 5

Interpol on (light) stage

Lua - experiência nº 441

Um cachorro diferente

:)

Este artigo foi publicado Monday, 08 de June de 2009 às 19:30 e foi categorizado como rufabout, conceitual, fotografia. Você pode acompanhar os comentários deste post assinando o comment RSS (RSS 2.0 [?]). Você também pode comentar ou atrelar um trackback [?] daqui no seu site.

2 comentários para “Conto, logo, vivo.”

  1. mii falou assim:

    sobremundo lipo.
    submundo ruf.
    a gente se conhece e se surpreende.
    a gente admira. e se aprende.

    não conhecia essa casinha sua… parabéns querido!

  2. salete falou assim:

    quantos de vc existe, né?

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