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02/10, 2006 12:03 por Fellipe
Tudo aparentemente funciona bem! Estranhamente bem, tratando-se de Microsoft
. As janelas estão redondinhas, bonitinhas, transparentes e cheias de degradês que eu demoraria séculos para reproduzir numa interface web usando os recursos disponíveis atualmente. Chega a deixar zonzo.
Neste exato momento estou navegando através da versão 7.0+ (ou 7.0.56) do Internet Explorer encontrado apenas na versão recente do Windows Vista RC1, distribuido gratuitamente pela Microsoft através de um gigante download de 3,7GB!
Esta está sendo a minha primeira experiência com o Vista, e senti uma enorme vontade de compartilhar os aspectos mais importantes deste possível novo marco na computação pessoal. Fiquei sabendo do possível download através do Papotech e não quis perder tempo para baixar e testar. O teste da versão Ultimate é gratuito até 31/05/07. Depois desta data, o Windows simplesmente deixa de funcionar
Minha configuração de hardware não é caríssima, e mesmo assim consegui uma nota considerada razoável no teste de performance: 3.3! Fiquei feliz e satisfeito com o resultado. A configuração do meu PC, para quem quiser saber é:
… e se quiser acompanhar a aventura que foi comprar este PC, leia o artigo Tour no Mercado Cinza.
A instalação do sistema pareceu-me um tanto quanto demorada. Baseado no que eu tinha ouvido no podcast do Papotech, pensei que esperaria no máximo 40 minutos para poder usar o sistema, mas, para finalmente meter as mãos sujas neste bebê com moleira tive que esperar 1h:20m. Já achava que iria tirar uma péssima nota no teste, mas, foi bem diferente disso. Bom pra mim
O Task Manager acusa o consumo de 520MB neste exato momento. Gostaria de dar um print, mas estou sem nenhum programa de edição de imagens instalado. O espaço na HD também é alto para os padrões de até então, 12,4GB! Parece que tudo tem proporções bíblicas neste sistema, mas ainda assim ele parece bem estável.
Apesar de não ter instalado ainda o driver oficial da minha placa de vídeo no sistema, a performance não parece estar nada comprometida. Percebo claramente isso quando troco de uma janela para outra através do ALT+TAB ou WIN+TAB (neste segundo, as janelas aparecem reduzidas e em perspectiva, cool). Os menus e dicas de ferramentas não ficam atrás, parecem bem right-on-time, e os ícones são maravilhosos.
A transparência que a interface apresenta é um show a parte em minha opinião. Eu curto muito essa forma glass de ser, coisa que Mac já é há um bom tempo. As transparências não chegam a atrapalhar como eu esperava que fosse acontecer. Pelo contrário! Quando a janela está maximizada, ou seja, todo foco está nela, ela fica plenamente sólida. Isso facilita muito para o usuário a identificação da tarefa alvo.
Apesar da interface bonita e estável, não troco meu Ubuntu com XGL por nada! O XGL é muito mais leve e oferece muito mais recursos do que o Vista oferece hoje. Posso rodar muito bem XGL em qualquer PC mais humilde sem medo de ter abaixo 500MB de memória. Com o tempo outras pessoas mais leigas vão perceber a mesma coisa, dada a premissa que o Brasil não é um país amigo de novas tecnologias no que diz respeito ao hardware.
A forma de navegar no sistema mudou um pouco. Ou melhor, passou por um salão de beleza. Está mais chique, assim como aconteceu do 98 para o XP (sim, eu pulei o ME
). Agora o sistema valoriza a pasta Documentos (que não são mais Meus
) acima do diretório Computador. Existe uma razão óbvia para isso, e eu apóio. Melhor que os usuários nem xeretem em arquivos de sistema para evitar danos acidentais.
O menu iniciar foi levemente reformulado para poder contemplar as ações mais comuns do usuário. Existe uma caixa de texto que obtêm o foco quando o iniciar é invocado. Nela, podemos digitar qualquer coisa relacionada com o sistema operacional que as respostas aparecem bem acima em forma de lista. Por exemplo, se eu quiser acessar o painel de controle, aperto a tecla win, digito panel e dou enter. Pronto! É rápido mesmo!
Para finalizar esta curta análise, existe uma sidebar no desktop que abriga interessantes gadgets com funcionabilidades diversas. Não os explorei muito, mas já gostei bastante. Há tempos atrás experimentei softwares que forneciam suporte à gadgets, mas nenhum ficou tão elegance quanto estes.
Por enquanto é isso. Quando fizer uma analise mais fria sobre performance, volto com um post numérico e curto. Sinto que a Microsoft está realmente querendo manter o monopólio que conquistou, mas contraditoriamente não quer fornecer pentes de memória gratuitos. Bem, paciência… (ou win + solitarie + enter
)
Este artigo foi publicado Monday, 02 de October de 2006 às 12:03 e foi categorizado como mozilla, Trackbacks, release.
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